quarta-feira, 6 de novembro de 2013


CAPÍTULO UM
O PLANO DE DEUS
Leitura Bíblica: Ef . 1:4, 5, 9-11 ; 3:2, 8-9, 11; coronel 01:25 , 1 Coríntios . 09:17 , 1 Pet . 1:1-2 ; Rom. 08:30 ; general 1:26 a , 27; 2:7; Zech . 00:01
 
A revelação divina nos sessenta e seis livros da Bíblia é extremcorpodecristo33webnod.com.bramente profundo. Existem sete pontos básicos para esta profunda revelação. Os primeiros três pontos são o plano de Deus , a redenção de Cristo , e aplicação do Espírito . Esses três pontos envolvem a divina Trindade: Deus , Cristo eo Espírito . O que Deus planejou Ele tem realizado por meio da redenção de Cristo. O que Ele tem feito em Cristo, Ele se aplica a nós pelo Espírito. Os últimos quatro pontos são os crentes , a igreja, o reino, eo final consumação , a Nova Jerusalém. Neste capítulo vamos abordar o primeiro item da revelação fundamental no plano de Deus, a Bíblia .
BOM DEUS prazer
Desejo do seu coração
 
A Bíblia revela claramente o plano de Deus . A maioria dos cristãos tesouro dois livros entre os escritos de Paulo , Romanos e Efésios . Romanos começa com a nossa condição de pecadores , a humanidade caída , mas Efésios abre , trazendo -nos o coração de Deus. Em Romanos 1 , podemos ver a nossa condição de pecadores, mas em Efésios 1 , podemos ver que há algo no coração de Deus. A expressão " boa vontade" é usada duas vezes neste capítulo (vv. 5, 9). Deus tem um bom prazer , e essa boa vontade é o desejo do Seu coração. Na eternidade passada Deus estava sozinho. Não podemos imaginar como era em que a eternidade passada, mas Efésios 1 nos diz que antes da criação do universo, Deus tinha o desejo de um coração. Ele tinha uma boa vontade. O que Ele queria que pode ser expressa pela palavra "filiação" (1:5) . Filiação é o desejo do coração de Deus.
 
Depois que Deus fez Adão , Ele disse que não era bom que o homem esteja só (Gn 2:18). Esta palavra também pode ser aplicado a Deus na eternidade passada . Não era bom para Deus para ser sozinho. Ele tinha o desejo de trazer muitos filhos . Efésios 1 diz-nos que Deus nos predestinou para a filiação. Muitos cristãos podem pensar que a predestinação de Deus é a salvação , mas de acordo com Efésios , na eternidade passada, o primeiro pensamento no coração de Deus não era a salvação. Seu pensamento principal era filiação. Deus previu que sua criação iria cair. Por causa da queda , havia o plano de salvação , então a salvação foi proposto para filiação. O desejo de Deus é trazer à luz muitos filhos .
 
Recentemente, em uma reunião de oração em Irving, Texas , eu vi três jovens . Ao olhar para os seus rostos , eu podia ver que eles são os filhos de um determinado irmão . Os três têm uma forte semelhança com seu pai , pois eles são a sua própria expressão .
 
Quanto mais filhos um pai tem, mais expressão que ele tem. Romanos 8:29 nos diz que o Filho unigênito de Deus tornou-se o primogênito entre muitos irmãos . Filho unigênito de Deus em João 1:18 e 3:16 tornou-se através da ressurreição (Atos 13:33) , o Filho primogênito. Primogênito implica que outros filhos seguiram. Ora, Deus não tem apenas um filho , mas muitos. Filho primogênito de Deus, Cristo , tem milhões de irmãos . Ao longo destes vinte séculos, muitos foram regenerados e, assim, tornaram-se filhos de Deus. Todos estes filhos são os irmãos do Filho primogênito de Deus (João 20:17; . Hebreus 2:10-12 ) . Que grande , grande filiação !
 
Quando eu era jovem , eu estava com alguns santos que conhecia muito bem a Bíblia . Eles enfatizaram a predestinação de Deus , mas eu nunca ouvi dizer que o objetivo da predestinação de Deus. Depois de muitos anos de estudar a Bíblia , vi que estávamos predestinados para a filiação . Subconscientemente eu pensava que estávamos predestinados para a salvação. Alguns diriam que estávamos predestinados para o céu. Não é nem salvação, nem o céu que é o objetivo da predestinação de Deus, é a filiação (Ef 1:5).
 
A versão King James traduz a palavra " adoção de crianças", mas a palavra na língua original significa filiação. Isso não significa que as crianças adotadas por um pai , mas sim filhos nascido diretamente de um pai procriação . O desejo do coração de Deus, então , é ter uma vasta multidão de filhos que expressam Ele, não só neste século, mas para a eternidade.
 

 Caráter do Obreiro do Senhor

 
O conteúdo do livro O Caráter do Obreiro do Senhor é o resultado de uma série de mensagens ministradas pelo irmão Watchman Nee na primeira metade do século XX (aproximadamente 1940). E apresenta as características necessárias de um servo de Deus genuíno na obra do Senhor, pois servir a Deus requer entrega real ao Senhor e doação no cuidado dos santos. Este texto é apenas um resumo dos capítulos do livro, por isso, sugiro a leitura do texto original debaixo de muita oração para que o Senhor possa moldar o nosso caráter conforme a sua vontade. 
 
Kleydson Feio   
 
 
 
 
1. SER BOM OUVINTE (TG. 1:19)


 Ter habilidade de ouvir os outros 



  • Entender plenamente o que a pessoa diz. Não é fácil ouvir. Nada julgue antes. Isto não implica um tempo sem limite, mas o tempo suficiente para que falem.
  • Ouvir e entender o que os outros não dizem. Temos de discernir do Senhor o que elas evitaram dizer.
  • Devemos estar aptos para detectar o que os outros dizem no espírito.


  •  Ter habilidade de ouvir e entender
    • Não devemos ser subjetivos.
    • Nossa mente não deve vagar. Muitos só têm espaço para os pensamentos próprios, jamais podem entender o que os outros pensam. Suas mentes estão sempre inquietas.
    • Devemos compartilhar dos sentimentos dos outros. Ter empatia pelos outros. Ter sensibilidade. Deus tem um padrão alto para os que lhe servem. Um servo do senhor não tem tempo para sentir-se feliz ou triste consigo mesmo. Se nos entregarmos aos nossos risos e lágrimas, e às preferências e aversões, não teremos espaço no nosso íntimo para as necessidades dos outros. Um homem que não conhece a cruz não é útil na obra do Senhor.


    •   Temos que saber que tipo de pessoa nós somos
      • A coisa mais importante com relação ao obreiro do Senhor não é o seu grau de conhecimento, mas o seu ser. Deus nos usa para avaliar os outros. Se nosso ser estiver errado, Deus não poderá usar-nos. Não avaliamos o que é tangível, caso fosse seria fácil. Muitos são incapazes de ouvir, e o pior, estão nas trevas.

      2. TER DISPOSIÇÃO PARA SOFRER (II Tim. 2:12)


        Devemos perceber que Deus não exime seus filhos da provação ou do castigo (Hb. 12: 6-7 ; I Ped. 3: 14). 

      • Deus não hesita em provar e castigar seu filho, se assim for necessário.


      •   Temos que sofrer de bom grado, por amor a Cristo (Mt. 5: 10-12).
        • Muitos recuam no momento que a aflição surge. O pior é que muitos sofrem sem ter esta disposição. O senhor só considera precioso o sofrimento com disposição. Até onde o sofrimento é por escolha? Ou será que murmuramos, sentimos dó de nós mesmos e nos justificamos? É possível passar um terrível desgosto e adversidade sem o desejo de sofrer.


        •   Não podemos parar simplesmente porque uma dificuldade surge no caminho ou porque uma provação nos perturba (II Cor. 6: 1-10).
          • Se não tivermos disposição para sofrer, Satanás usará aquilo de que temos medo para atacar-nos e, com isso, seremos vencidos.
          • Devemos persistir quando vierem provações à família ou doenças no corpo, e mesmo quando a fome ou o desconforto surgirem no caminho.
          • Devemos orar pedindo misericórdia para saber o que é disposição para sofrer. É uma decisão tomada no íntimo que consiste em estar ao lado do Senhor, a despeito do que reserva o futuro e das circunstâncias a enfrentar.
          • O caminho do serviço para um cristão não é o do sofrimento, mas o de ter disposição para sofrer. Não ensinamos a busca do sofrimento e muito menos desejamos que um irmão sofra, mas devemos perceber que a disposição para sofrer é muito necessária, pois este pode ser o nosso caminho.


          • Até onde devemos estar preparados para sofrer? O padrão bíblico é: "Sê fiel até a morte" (Ap. 2:10).
            • Temos que abrir mão de nossa própria vida. Uma vez que limitamos a prontidão para sofrer, não poderemos ir muito longe.
            • Mas, também podemos perder a vida sem ter esta disposição. Temos que ter o cuidado para que nosso trabalhado não seja vão (ver I Cor. 15:58 e Fp. 3: 10-11).

            3. ESMURRAR O CORPO E REDUZÍ-LO À SERVIDÃO (I Cor. 9:23-27)


              Se o corpo não estiver subjugado, não poderemos servir a Deus. 

            • Não se trata de um exercício corporal, um esforço humano. É exatamente o que a Bíblia diz: "Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne" (Gl. 5:16).


            •   Não podemos ser dominados pelas exigências do corpo.
              • O corpo não deve ter muita liberdade. Uma pequena aspiração não qualificará ninguém para servir ao Senhor. O corpo deve obedecer.
              • Necessitamos, em média, de 8 horas diárias de sono, mas temos que ter condições de ficarmos acordados se o Senhor quer que vigiemos. É estranho servir a Deus por anos e nunca ter ficado uma noite completa em oração.
              • Devemos preparar o corpo não só para atender as exigências comuns, mas para ter estoque extra para quando houver outras exigências. Um bom exemplo disto é em relação ao jejum. Também podemos lembrar do conforto, do padrão de vida, da doença e da dor. Quando a obra exige, temos que fazê-lo mesmo que o corpo sinta dor.

              4. DILIGÊNCIA (Mt. 25:18 , 24-28,30)


                A negligência é adiar, delongar o máximo possível para fazer algo. Vai de um lado para o outro sem alvo. Fica sempre entre agir e não agir. Quando recebe alguma tarefa, se desgosta, ou se aborrece, suspira e resmunga.

              • O negligente receia cansar-se.
              • O negligente sempre procura oportunidade de descansar e divertir-se. Não são dignos de serem chamados servos de Deus.
              • Pessoas negligentes nunca procuram coisas para fazer, vêem questões importantes com triviais.
              • Os que evitam responsabilidades são inúteis. Muitos são preguiçosos.


              •  Diligência é o oposto da negligência. Sempre pensa, ora, observa e considera na presença de Deus o que deveria fazer.
                • Devemos perguntar ao Senhor: "Que obra Tu queres que eu faça?"
                • O que falta hoje são homens que ergam os olhos e vejam (João 4:35).
                • O diligente faz uso sábio do seu tempo.
                • A obra do Senhor pode crescer pela diligência ou sofrer um revés por causa da negligência.
                • O diligente sabe que a vida é curta. Não perde tempo.


                •  A negligência é um hábito formado ao longo dos anos, torna-se uma deficiência de caráter; Não podemos corrigi-la de forma instantânea. Se não cuidarmos dela com seriedade, ela ficará para sempre. A obra do Senhor não tolera os negligentes.

                  5. CONTIDO NO FALAR (Pv. 10:19 ; 15:23 ; 18:13; 21:23)


                   A falta de moderação no falar é uma das principais razões para o fracasso de pessoas que poderiam ser muito úteis na mão de Deus.
                  • Se usarmos os lábios em coisas que não têm a ver com a Palavra de Deus, não podemos usá-los para anunciá-la.
                  • Muitas pessoas deixam vazar o poder por meio das palavras que falam. Alguns, por falarem muitas coisas que não eram de Deus, esvaziou seu poder interior.
                  • O problema é que muitos falam demais. Sempre falam sobre tudo e gostam de passar aos outros o que ouviram. No muito falar está a voz de um néscio (Ecles. 5:3).


                  •  O falar de um servo do Senhor é santo.
                    • Atentemos, diante do Senhor, para o tipo de palavra que ouvimos o tempo todo, pois isso determina o tipo de pessoa que somos.
                    • Observemos o tipo de palavras nas quais estamos mais propensos a acreditar.
                    • Após ouvir e acreditar, há também a questão de passar adiante o que se ouviu. Os que erram aqui perdem a condição de ministrar a Palavra de Deus.
                    • Fuja das palavras imprecisas. Falam uma coisa na frente de uma pessoa e outra por detrás. Fazem jogos com as palavras, contextos e fatos. Tais pessoas são inúteis na obra de Deus.
                    • Há o que, intencionalmente, não tem uma só palavra. Está completamente perdido nas trevas.
                    • Devemos lidar com o modo de ouvir. É triste vermos obreiros que se tornaram centro de informações. Estes sempre escorregam com mexericos e boatos. Podem edificar a obra com um das mãos e destruir com a outra. Devemos fujir da curiosidade, basta entendermos o problema. Não devemos cobiçar informações.
                    • Temos que conquistar e preservar a confiança das pessoas. Confidências são sagradas e devem ser tratadas com fidelidade. A obra de Deus não pode ser confiada a alguém que seja imprudente com as palavras.
                    • Às vezes, uma mentira pode não ter declaração falsa, mas é habilmente falada para dar uma falsa impressão. Se não queremos responder ou falar sobre algo, não podemos tomar o caminho do engano.
                    • Fujir da contenda e da gritaria. O servo do Senhor não deve discutir com ninguém. Falar alto indica falta do poder do autocontrole.
                    • O cuidado com a motivação. Podemos falar algo, mas a motivação é completamente diferente.
                    • Não devemos falar palavras ociosas. Devemos descartar piadas, conversas levianas, chocarrices, escárnios e comentários sobre a vida de outros.
                    • Muitos não causam impacto no falar, não porque estão equivocados nas palavras que pregam, mas estão equivocados em outras conversas. Se formos levianos e inexatos nas palavras, se confundirmos verdade com falsidade, a até mentirmos, não podemos ter nenhum poder no serviço. Para pregar a palavra, temos que começar controlando a língua.
                    • Ter habilidade de ouvir os outros. Temos que preservar o valor espiritual, a importância espiritual e a utilidade espiritual diante do Senhor de todas as maneiras.
                    • Cuidado ao falar. Muitas palavras que falamos no passado eram ociosas, ou vazias, desocupadas, mas hoje já não estão desocupadas; antes se espalham por toda a terra. Quando as falamos eram ociosas, mas, depois de um tempo, passam a agir e causar muita destruição.
                    • Uma vez cometidos, muitos erros são irreparáveis. Uma vez proferidas, as palavras não pararão, e o problema que criam não parará.
                    • Quando outros participam de conversa inconveniente, a primeira coisa que temos que fazer é separar-nos deles. Uma vez que nos juntamos a eles e nos tornamos um deles, ficamos arruinados.

                    6. ESTÁVEL (Fp. 4: 6-7)


                     Estabilidade de caráter pode ser entendida com estabilidade nas emoções.

                    • Muitos não são confiáveis por natureza, não porque não querem ser confiáveis, mas porque seu caráter não é confiável. Tão logo algo as atinge, elas mudam. Não são estáveis no caráter.
                    • A natureza da igreja é um edifício sobre a rocha. Ela é o baluarte da verdade (I Tim. 3:15). Os filhos de Deus são pequenas pedras (I Ped. 2:5). A torre da Babel foi feita de tijolos, feito por homens, e nada feito pelo homem tem estabilidade. Mas a igreja é edificada sobre a rocha, é inabalável.
                    • Alguns estão sofrendo a prevalência das portas do inferno, pois são de caráter vulnerável e estão constantemente mudando. São inúteis a obra do Senhor.
                    • Quando a luz do Senhor queimar nossa língua, o nosso muito falar desaparecerá. Assim que o tocarmos, a nossa frivolidade esmorecerá. Antes de usar alguém, Deus tratará com nossa instabilidade.
                    • Um servo do Senhor não pode ser porta voz de Deus em um momento e de Satanás em outro momento.
                    • Nossas emoções, por serem passageiras, não podem nos representar. Qualquer coisa fundamentada nas emoções é vulnerável.
                    • Um homem é instável por 3 motivos: é dominado pelas emoções, tem medo da perda e tem medo de ofender os homens.
                    • Muitos temem a cruz. No momento que a caminhada exige delas perda e renúncia, suas emoções não permitem continuar.
                    • Se a cruz não puder abalar uma pessoa, nada irá abalá-la, pois não há exigência maior do que a cruz.
                    • Talvez não percebamos o quanto somos influenciados pelas afeições e desgostos dos homens. Assim que passamos a tentar agrada-los e evitar o desgosto deles, nosso caminho não é mais reto (Lc. 14: 23-35). Temos exagerada disposição para ouvir o que os outros têm a dizer. Temos preocupações em satisfazer suas expectativas.


                    •  Se o nosso caráter for abalável, tudo o que for construído sobre nós poderá ser abalado e, mais cedo os mais tarde, tudo ruirá.
                      • Temos que orar para que Deus nos faça confiáveis.
                      • Se você edificar algo não confiável, poderá até edificar um pouco e logo vai descobrir que o que edificou terá que ser derrubado.
                      • Se nosso caráter oscilar, animado, às vezes e desanimado em outras, a obra de Deus será prejudicada.
                      • A Igreja do Senhor não é composta de pedras isoladas; é composta por pedras edificadas umas sobre as outras. Se uma pedra treme, todo o edifício estará em perigo; muitas vidas estarão em risco, e a igreja de Deus não poderá continuar.

                      7. NÃO SER SUBJETIVO (I Ped. 4:11)


                       Ser subjetivo significa insistir nas próprias idéias e rejeitar as dos outros. Rejeitam a Deus, embora pensem que não.

                      • O subjetivo rejeita ser corrigido ou tem dificuldade em aceitar a correção.
                      • O subjetivo tem seu próprio conceito, não ouve ao Senhor.
                      • A causa da subjetividade é o "eu" não quebrantado.
                      • O subjetivo tem incapacidade de aprender. Ele não se considera necessitado.
                      • Muitos, por suas dificuldades de ouvir a Palavra de Deus, precisam ser corrigidos com açoites divinos (Hb. 12:6).
                      • Quando o homem está obcecado em seus próprios conceitos, é muito difícil que entenda a vontade de Deus (Pv. 1: 30-31).
                      • A subjetividade é um hábito que se expressa até nas pequeninas coisas.
                      • Uma pessoa subjetiva não tem como cumprir a vontade de Deus e muito menos levar outros a cumpri-la. Deus nada confiará a uma pessoa subjetiva.
                      • Se um homem está voltado para seu próprio caminho, como levará alguém ao caminho de Deus?
                      • Deus não impediu o acesso do homem à árvore do conhecimento do bem e do mal, apenas disse para dela não se alimentar. Da mesma forma. Não devemos obrigar os homens a nos ouvir. É bom quando eles nos ouvem. Mas se não nos ouvem, devemos contentar-nos em ir embora. Se o homem prefere rebelar-se contra Deus, lhe é permitido seguir seu próprio caminho. Devemos aprender abrir mão da insistência. Não devemos forçá-los a receber nossa ajuda. Quanto mais os homens nos ouvem, maior é a nossa responsabilidade para com Deus.

                      8. SUSTENTAR O CARÁTER ABSOLUTO DA VERDADE (Cl. 2: 6-8))


                       Isso só é possível quando o homem está livre de si mesmo, sem ser influenciado por pessoas, coisas e sentimentos pessoais.

                      • Os relacionamentos com familiares e amigos não podem comprometer a verdade. Deus não pode usar tais pessoas.
                      • Muitas dificuldades acontecem na igreja porque os filhos de Deus sacrificam a verdade.
                      • Ser fiel a verdade significa pôr de lado os sentimentos, ignorar os relacionamentos pessoais e não defender o "eu".
                      • A base do juízo é a palavra de Deus; o seu fundamento é a verdade. Devemos agir da mesma maneira, quer os outros nos tratem bem ou não. Em qualquer situação, devemos procurar saber primeiro qual é a verdade divina, e somente isto deve guiar nosso comportamento e nossas palavras, mesmo que isto custe rompimento de vínculos.

                      9. CUIDAR DA SAÚDE (Ef. 5:15)


                       O homem precisa de 10 a 20 anos de treinamento na mão de Deus para poder ser, de certa forma, útil para Ele. Como alguns não cuidam de sua saúde, podem morrer antes de chegar lá.

                      • O servo de Deus precisa ser sábio na sua alimentação, deixando as manias e buscando ingestão de alimentos saudáveis. Deve ter controle sobre seu apetite, evitando exageros.
                      • Deve saber a hora de descansar. Não podemos ficar sob stress o tempo todo.
                      • Devemos nos abster de riscos desnecessários.
                      • Ter cuidado com a higiene, embora tenhamos que, muitas vezes, estar em locais em que isto é limitado por fatores alheios a nossa vontade.
                      • Devemos deixar de lado à teimosia, quando nossos hábitos tornam-se imutáveis e intocáveis, criando impedimentos à obra do Senhor. Ex. Alguns têm que fazer barba todos os dias, e não admitem fazer nada se não puderam fazer em um determinado dia.

                      10. AMAR OS HOMENS (Lc. 19:10)


                       Devemos entender que o homem foi criado por Deus, e embora tenha caído, tornou-se objeto de sua redenção. Não podemos ter aversões.

                      • Ter interesse pelo homem perdido é essencial na vida do obreiro.
                      • Jesus, quando andou por este mundo, estava muito interessado no homem, mas até onde vai nosso interesse?
                      • Jesus nunca Se permitiu ser servido por ninguém. Ele não tinha interesse algum em receber algo dos homens, mas apenas de dar.
                      • Quando olhamos para nós mesmo fora da esfera da graça de Deus, podemos concluir que somos iguais aos homens que pecam deliberadamente. Portanto, nosso comportamento deve ser de compaixão.
braz@outlook.com

O desenvolvimento da Salvação
1- Cremos que a Bíblia é a completa e única revelação divina, e inspirada pelo próprio Deus (II Tm 3:16; II Pe 1:21);
2- E que Deus é eternamente um, e que o Pai, o Filho e do Espírito Santo são três pessoas distintas, contudo, inerentes (Jo 1:1; 10:30; I Co 15:45);
3- Asseveramos que Cristo é o Deus completo e homem perfeito, sendo ao mesmo tempo divino (Jo 1:1);

Tomar a Bíblia em Ressurreição!

Comunhão em BrasíliaemA Restauração da Igreja por meio do Ministério da Palavra - Há um ano
De acordo com a Palavra de Deus é a paz de Deus que guarda nosso coração, pois ela é o próprio Cristo que nos orienta em tudo o que é verdadeiro, honesto, justo, amável e de boa fama: “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus. Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Fp 4:7-8). Certamente estas virtudes serão expressas de nossa boca po...
4- E que Ele foi concebido no ventre de uma virgem (Mt 2:23), teve um viver humana na terra; e morreu crucificado (Mc 15:24). Depois de três dias Ele ressuscitou e ascendeu aos céus (At 1:9-11);
5- Cristo está agora em glória e é cem por cento Deus e cem por cento homem.
6- Aguardamos o Seu retorno iminente com o reino de Deus, por que Ele reinará sobre a terra no milênio e na eternidade.
7- Confessamos que o Espírito Santo é a terceira pessoa da Trindade, e que é igualmente Deus;
8- Tudo o que o Pai tem e é, é expresso por meio do Filho, e tudo o que o Filho tem e é, é realizado conforme o Espírito Santo;
9- Além disso, acreditamos que a humanidade tem necessidade da salvação de Deus. Embora nós éramos totalmente incapaz de cumprir as pesadas exigências da justiça de Deus como santidade e glória, Cristo cumpriu todos os requisitos através da Sua morte na cruz. Por causa da morte de Cristo, Deus nos perdoou os pecados, nos justificou, fazendo Cristo nossa justiça e nos reconciliou consigo mesmo. Com base na redenção de Cristo, Deus regenera os redimidos com o Seu Espírito para consumar a Sua salvação, para podemos nos tornar Seus filhos.
10- Agora possuindo a vida e a natureza de Deus, os crentes desfrutam de uma salvação diária em seu corpo nesta era, e a salvação eterna no provir. Na eternidade, vamos habitar com Deus na Nova Jerusalém, a consumação da salvação de Deus para Seus eleitos.
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COMUNHÃO ESPECIAL COM OS SANTOS NA RESTAURAÇÃO DO SENHOR A RESPEITO A DIVERSAS CARTAS DE VINTE E UM DOS COOPERADORES ENTREMESCLADOS PARA O IRMÃO TITUS CHU EM 2005 E 2006

1º de outubro de 2006
Os vinte e um cooperadores entremesclados nomeados abaixo desejam abertamente ter comunhão com todos os santos na restauração do Senhor a respeito de diversas cartas que enviamos ao irmão Titus Chu. Queremos que fique claro qual foi nossa intenção quando escrevemos as cartas e prover um simples pano de fundo que dê razões para nossos escritos. Como parte dessa comunhão, decidimos tornar público o conteúdo dessas cartas. Embora tenha sido uma decisão difícil para nós, estamos contudo, convencidos que divulgar essas cartas será um benefício para os santos. Testificamos com consciência pura que não fazemos isso levianamente.
De junho de 2005 a junho de 2006 escrevemos três importantes cartas ao irmão Titus Chu em nome dos cooperadores entremesclados. Essas cartas resultaram de muitos anos de comunhão ente nós depois da partida do irmão Witness Lee. Foram escritas com a visão e o desejo de resgatar Titus e alguns de seus cooperadores de tomarem uma direção cada vez mais divisiva em sua obra. Na segunda metade de 2004 muitos relatórios chegaram aos cooperadores, relacionados aos problemas causados por Titus Chu e seu ministério, especialmente pela disseminação dessas publicações com seus ensinamentos diferentes, os quais trouxeram confusão entre as igrejas. Em março de 2005 cerca de cinqüenta cooperadores de diferentes partes da terra se reuniram para ter comunhão a respeito dos interesses do Senhor em Sua restauração. Durante essas reuniões diversos irmãos se levantaram para testificar sobre os problemas que Titus Chu, suas publicações, e alguns de seus cooperadores estavam causando nas igrejas e em todo a obra na terra. Com base nesses testemunhos perturbadores decidimos escrever a Titus Chu para comunicar-lhe privadamente nossa profunda preocupação a seu respeito e suplicar que cessasse sua obra independente e prejudicial de edificar seu próprio ministério em nome da restauração do Senhor.
Embora nossa carta de 4 de junho de 2005 tenha sido escrita privadamente a Titus Chu, ele optou por compartilhá-la, ao menos porções daquela carta, com mais de cem irmãos nas igrejas da região dos Grandes Lagos na área dos Estados Unidos. Posteriormente, um dos cooperadores de Titus, de forma seletiva, mencionou e citou porções de nossa carta em artigos que postou na Internet e que publicou em revistas impressas pela igreja em Cleveland. Nesses escritos, as sentenças de nossa carta que ele citou foram apresentadas fora do contexto adequado. Anexamos nossa carta de 4 de junho de 2005 para que os santos possam perceber sua natureza solene, ainda que afetiva, como também as causas de nossa ansiosa preocupação por Titus Chu e pela unidade da restauração do Senhor, a qual ele estava e ainda está ostensivamente danificando.
Desde a época de nossa primeira carta, Titus Chu e alguns de seus cooperadores tornaram-se cada vez mais fortes em seus ataques ao ministério da era, aos cooperadores entremesclados e ao Living Stream Ministry. No entanto, lhe enviamos mais duas cartas em 25 de agosto de 2005 e 27 de junho de 2006, demonstrando nosso contínuo cuidado e séria preocupação com ele. Ele postou na Internet uma longa resposta às nossas cartas, citando extensivamente nossa última carta e fazendo referências às duas primeiras. Essa longa resposta é repleta de falsas acusações e insinuações contra vários cooperadores entremesclados, especialmente aqueles que falam no ministério hoje. Essas acusações falsas e insinuações malignas serão tratadas separadamente pelos cooperadores numa data futura.
A fim de tornar claros a toda a restauração o conteúdo e o histórico de nossas correspondências com o irmão Titus Chu, anexamos nossas cartas de 4 de junho de 200525 de agosto de 2005 e 27 de junho de 2006, (também postadas no site www.afaithfulword.org/corresp/specialfellowship.html). Essas três cartas evidenciam que nossa motivação sempre tem sido restaurar um obreiro dissidente, salvá-lo de ser um fator de divisão do Corpo de Cristo, levar as igrejas a receber novamente seu ministério em comunhão com todas as igrejas na restauração do Senhor e livrar os santos que estão na restauração de mais danos e confusão.
Cremos que todos os santos lerão essas cartas com pureza, sobriedade, oração e sem preconceito, parcialidade e curiosidade. Nossa esperança é que lendo essas cartas, os santos possam sentir o espírito com o qual tentamos ajudar o irmão Titus e apreciar nosso encargo pela unidade e pela integridade da restauração do Senhor. Nossa oração é que o irmão seja restaurado à comunhão do Corpo e que as igrejas em toda a terra possam prosseguir na paz do Espírito Santo.
Seus irmãos e conservos na restauração do Senhor,
Francis BallBenjamin ChenMinoru Chen
Joe DavisHorng LinKung-Huan Huang
Ron KangasElton KarrJoel Kennon
James LeeAlbert LimDavid Lutz
Ray MacNeeEd MarksBenson Phillips
Suey LiuDick TaylorRon Topsom
Dan TowlePaul WuAndrew Yu
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# A RESTAURAÇÃO DA IGREJA POR MEIO DO "MINISTÉRIO DA PALAVRA"

06/11/2013 11:25
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SEXTA-FEIRA, 30 DE JULHO DE 2010

DIFERENÇA ENTRE O MINISTÉRIO E OS MINISTÉRIOS NO NOVO TESTAMENTO

 
DIFERENÇA ENTRE O MINISTÉRIO E OS MINISTÉRIOS NO NOVO TESTAMENTO
1) Em primeiro lugar o ministério único neotestamentário é o que está mencionado nos versos 4:12 a 16 de Efésios, e ali está bem claro que tal ministério não corresponde ao ministério de algum membro mais dotado.
2) Em segundo lugar é preciso diferenciar entre O Ministério (mencionado em Ef 4) e ministérios, que são mencionados em 1 Co 12:5, os quais decorrem do desenvolvimento do dom que o Espírito distribui a cada um. Quando algum destes dotados, sob a direção do Espírito, se consagram e se doam para o corpo, se tornam estes dons dados aos homens (Ef 4:8-11).
3) Em terceiro lugar há que se diferenciar entre ministério (do grego ‘diaconia’, ou simplesmente serviço) do RESULTADO de tal ministério, o qual, dependendo do caso, pode até ser usufruído pelo Corpo pela eternidade, como é o caso do ministério dos Apóstolos e o Ministério do próprio Cristo. Por sinal este resultado está concluído e não se tem mais o que acrescentar senão edificar sobre ele (1 Co. 3:10,11).
4) Finalmente, é fundamental compreender a maravilha que é o Ministério da Nova Aliança, magistralmente descrito pelo apóstolo Paulo em 2 Co 2:12 a 3:11. Este Ministério maravilhoso só pode ser compreendido na esfera da comunhão dos apóstolos (1 Jo 1:3), pois é totalmente diferente de qualquer tipo de serviço ou ministério humano, sendo inclusive muito superior ao próprio ministério de Moisés, com todos os feitos que teve (cf. 2 Co. 3:13-15; Hb 8:5-13). De modo que com a expressão deste Ministério no Corpo temos cumprido 1 Tm 3:16, e isto, novamente friso, não destaca vaso algum em particular, mas destaca e glorifica CRISTO, o verdadeiro conteúdo da Igreja e do Ministério, sendo a Igreja o MISTÉRIO de Cristo. Recomendo uma meditação sobre as notas da Versão Restauração dos trechos que citei.
Todo o Ministério ou serviço necessariamente tem que ter um Ministro, e obviamente este ministério sempre será TEMPORÁRIO, sendo dado por concluído tão logo atinja o objetivo estabelecido em seu comissionamento dado por Deus. Obviamente que o ministério de um ministro termina com a morte deste!! Um ministério somente será eterno quando o Ministro também o for. Como os vasos são efêmeros e temporários, o resultado dos seus ministérios, quando muito, é o que perdura após a sua morte, mas nunca o Ministério deles! Portanto o único Ministério que permanece até cumprir plenamente o seu objetivo é o Ministério da Nova Aliança, cujo Ministro é o próprio Cristo! Misturar este ministério com o ministério de um ministro em particular, tratando como se o Ministério do ministro em questão perdurasse após a sua morte é uma temeridade que induz a introdução do conceito de hierarquia na Igreja.
Confundir, portanto, o ministério de algum vaso dotado com este Ministério da Nova Aliança é uma forte evidência de falta de percepção do que vem a ser de fato o Ministério da Nova Aliança!! Isto é particularmente perigoso, e pode ser percebido pelos frutos resultantes, já que, junto com as maravilhas da palavra revelada, temos infelizmente algumas conseqüências que, na prática, paradoxalmente contradizem a própria palavra pregada! Assim, por exemplo, o critério para condenar um falso Ministério deveria ser se este está saindo fora do fundamento dos apóstolos ou não, e não se está se subordinando a um ministério de um ministro ou grupo de ministros. Esta imposição de uma hierarquia centralizada da obra para tentar garantir a ‘unidade’ novamente é desprovida de base bíblica, pois quem garante a unidade é o infundir de cristo, que é de dentro para fora (Ver João 17:10-24). A unidade imposta por uma centralização hierárquica da obra é na verdade um esforço de unificação humano, que atua a partir do exterior dos santos, e a experiência mostrou em todos estes anos que só consegue uniformizar comportamentos e jargões, sendo absolutamente ineficaz de obter o resultado da genuína unidade descrita em João 17. O caminho da unificação é o caminho por onde se estabelece o poder religioso, punindo quem não se subordina àquela unificação e agraciando quem se submete, mas você não consegue ver real progresso de realidade espiritual naqueles que se sujeitam a este tipo de rudimento. Isto evidencia a carência de estar no verdadeiro Ministério da Nova Aliança, o qual aperfeiçoa a quem presta culto (cf. Hb 9:9).
Mas como a Bíblia define a unidade? Vale aqui transcrever Jo 17:20-23: "Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim". Fica evidente neste trecho da Bíblia que o conceito divino do que seja realmente Unidade é único e não tem paralelo na cultura humana! É uma unidade perfeita e única a tal ponto que é idêntica àquela entre o Pai e o Filho, ou seja à própria unidade do Deus Triúno! Esta unidade é tão excepcional que se torna por si mesma o próprio testemunho do Evangelho do Reino (Mt. 24:14), evidenciando ao mundo a contemplar, que verdadeiramente o Filho foi enviado e amado pelo Pai, que agora ama a todos em sua Igreja! No livro “The Resumption of Watchman Nee’s Ministry” (tradução: A Retomada do Ministério de Watchman Nee) Volume 57 do "Collected Works of Watchman Nee", no capítulo 4 ele diz que a unidade do Corpo é baseada no conhecimento da vida do Corpo e é claro, na percepção da realidade do Corpo. A expressão da vida é o amor, e a genuína unidade espiritual se expressa pelo amor ágape entre os irmãos (Jo 13:34,35; Cl 3:14; 2Ts1:3; Hb 6:10; 1Pe 4:8; 1 Jo3:16; 4:12), um amor de origem exclusivamente divina, e não pode ser comparado ao amor humano, pois a sua fonte é a vida divina (zoé – Gr) e não outro tipo de vida tal como a vida do homem natural (psiqué – Gr). Como é uma unidade produzida pela transmissão a nós da própria glória dada pelo Pai a Cristo, transmissão esta que só ocorre com aqueles que estão Nele e se alimentam Dele (Jo 6:53-57), ela é produzida em nós de dentro para fora! Da mesma forma que o amor divino, este tipo de unidade só pode ser promovida pelo próprio Deus e ninguém mais (Dn 2:34,45; Mt. 16:18), pois somente Ele pode trabalhar em nosso interior. Assim, para que a unidade de Deus se mantenha é indispensável o AMOR. A unidade humana dispensa o amor.
Será que já foi esquecida a ênfase das cartas de Paulo para o termo: EM CRISTO!? Detalhe interessante é que no original grego a declinação da palavra Cristo aqui está no locativo, indicando um lugar ou endereço! Aliás, é interessante observar que a parte final de Romanos, a partir do cap. 12, que trata da vida da igreja, logo no início, o escrito fala a respeito da renovação da mente (ver nota 24 da Versão Restauração), indicando que a vida da igreja só é viável com uma mente transformada! Confirmando assim que a unidade genuína da igreja, promovida pelo Espírito, requer a cooperação de uma mente renovada, que é capaz de perceber o que é a unidade genuína.
Tudo que a obra humana pode fazer e promover é uma unificação e uniformização de fora, do exterior, tentando chegar ao interior do homem, o que não deixa de ser uma presunção, que, na melhor das hipóteses, seria um zelo como o de Uzá em 2 Sm 6:6-8! É como tentar forjar uma aparência de amor divino através de exigência de comportamento amoroso humano, esperando com isto chegar ao amor divino!

terça-feira, 5 de novembro de 2013

A Igreja em Santo Estevão: O QUE É A IGREJA???

A Igreja em Santo Estevão: O QUE É A IGREJA???: A igreja é o objetivo final e máximo de Deus. A igreja vem da palavra grega (Ekklesia). Essa palavra denota um grupo de pessoas chamada...
Somos um na reconstrução de uma nova vida. Assim como Neemías era agressivo na obra do Senhor e ao mesmo tempo amoroso, precisamos convocar aos santos  para  essa tão grande obra...

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

"Evolution vs God" - Evolução versus Deus (Legendado em Português)

http://www.youtube.com/v/rk17VaYxnUM?version=3&autohide=1&showinfo=1&autohide=1&feature=share&autoplay=1&attribution_tag=SDm5mRvzZFzCkv5Vzj9I7g